Alimentação saudável nas crianças: bons hábitos que começam na escola

Uma alimentação equilibrada durante a infância é fundamental para o crescimento, o desenvolvimento e a aquisição de hábitos saudáveis que podem acompanhar a criança ao longo da vida.

A escola desempenha um papel importante neste processo, não só através das refeições disponibilizadas, mas também pela educação alimentar e pela promoção de escolhas conscientes.

Em outubro de 2026, foram divulgadas novas orientações para as ementas e os refeitórios escolares, com destaque para a redução dos fritos e das sobremesas doces e para uma maior presença de alimentos de origem vegetal.

Como promover uma alimentação equilibrada?

Alguns cuidados simples podem fazer a diferença:

  • Variar os alimentos: incluir diferentes frutas, legumes, leguminosas, cereais e outras fontes de nutrientes;
  • Privilegiar a água: incentivar o consumo de água ao longo do dia, em vez de bebidas açucaradas;
  • Reduzir os alimentos ricos em açúcar, sal e gorduras: reservar estes produtos para ocasiões pontuais;
  • Incluir fruta e legumes diariamente: variar as cores e os tipos de alimentos ajuda a diversificar os nutrientes;
  • Dar o exemplo em família: as crianças aprendem muito através dos hábitos alimentares dos adultos.

 

E qual é o papel dos pais?

Planear refeições variadas, envolver as crianças na escolha dos alimentos e manter horários regulares são formas de incentivar uma relação positiva com a alimentação.

É igualmente importante evitar que os alimentos sejam utilizados como recompensa ou castigo, privilegiando uma abordagem tranquila e educativa.

Cada criança tem necessidades próprias, que podem variar com a idade, o crescimento e o estado de saúde. Em caso de dúvidas sobre alimentação infantil, o aconselhamento de um profissional de saúde pode ser útil.

 

Fontes: Direção-Geral de Saude; EduQA

Benefícios de apanhar sol

Por vezes, não há nada como um dia solarengo para levantar o ânimo! Para além de constituir uma importante fonte de vitamina D e de ser fundamental no crescimento saudável dos ossos, o sol pode ainda, ter uma influência considerável sobre o humor.

Aliás, sabia que alguns médicos defendem que, o facto dos níveis de luz solar serem mais reduzidos nos meses de inverno pode, em algumas pessoas, resultar numa redução da produção de serotonina e numa maior produção de melatonina?

Este fenómeno pode agravar sintomas de depressão e conduzir a um estado de apatia, em algumas situações. Este estado é, por alguns autores, considerado uma perturbação sazonal, sendo uma das formas de tratamento mais utilizadas a terapia com lâmpadas de luz brilhante, cuja intensidade é dez vezes superior à intensidade de uma lâmpada normal. O objetivo é substituir a luz brilhante emitida pelo sol, característica do verão, acreditando-se que pode influenciar a concentração de determinadas substâncias químicas e hormonas no organismo, que afetam a nossa disposição.

Um estudo realizado em 2016 pela Brigham Young University revelou que a duração da luz do dia afeta mais o humor do que fatores como a temperatura, poluição ou chuva. Assim, é normal que muitas pessoas, durante o inverno, possam sentir-se com pouca energia, com uma motivação menor, e com uma sensação de inércia (inatividade), devido ao facto de os dias serem mais curtos (existe menos luz solar).

Embora existam diversos estudos, nem sempre totalmente concordantes, sobre o real efeito do sol no estado de espírito, a verdade é que um dia solarengo merece ser aproveitado da melhor forma. Se costuma sentir-se “em baixo” nos dias cinzentos ou mais curtos, procure reeducar-se e manter o humor e motivação constantes ao longo do ano: pratique atividade física de forma regular, adote uma alimentação rica em vitaminas e em minerais e defina uma lista de prioridades em que tenha tempo para si e para as atividades que gosta. Um suplemento alimentar de vitamina D, se recomendado por um profissional de saúde, pode, em alguns casos, ser uma boa opção. Se ainda assim se sentir recorrentemente infeliz ou com sintomas depressivos não hesite em consultar o seu médico.

 

Fonte: Farmácias Portuguesas

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